Crato e Governo do Ceará promovem ações de saúde e bem-estar animal com o Giro Pet Ceará

Cuidar da saúde dos animais de estimação é indispensável para a proteção e o bem-estar de cães e gatos, além de ser uma política de saúde pública essencial. O município do Crato vem se destacando como pioneiro e campeão nesse quesito, promovendo importantes ações contínuas de cuidado e assistência aos animais.

 

Nesta quinta-feira, dia 28, o Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti foi o palco do Giro Pet Ceará, uma iniciativa voltada a oferecer serviços totalmente gratuitos para a população e seus companheiros de quatro patas.

 

Com atendimentos realizados até às 15h, o projeto atendeu cerca de 300 animais beneficiados durante todo o dia. Entre os principais serviços disponibilizados gratuitamente, destacaram-se a aplicação da vacinação antirrábica e o encoleiramento antiparasitário, fundamentais para prevenir doenças e proteger a saúde dos pets e de seus tutores.

 

Parceria e Gestão

A execução do evento no município é fruto de uma articulação direta da Coordenação de Bem-estar Animal, ligada à Secretaria de Meio Ambiente e Mudança do Clima do Crato, em parceria com o Governo do Ceará.

 

De acordo com Daniela Goulart, coordenadora de Bem-estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente e Mudança do Clima do Crato, ações como o Giro Pet Ceará reforçam o compromisso da gestão municipal em garantir assistência e dignidade aos animais da região, além de facilitar o acesso gratuito a serviços veterinários preventivos essenciais para toda a comunidade.

 

Próximo passo

O cronograma de cuidados com os cães e gatos do Crato continua intenso. A população deve ficar atenta à programação da próxima semana: de 3 a 7 de junho, o município receberá o Pet Ceará Móvel.

 

A estrutura itinerante também ficará concentrada no Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti e trará uma meta expressiva para a cidade: realizar 200 castrações gratuitas diárias para cães e gatos da região.

 

A Prefeitura do Crato orienta os tutores a acompanharem os canais e redes sociais oficiais (@prefeituradocratooficial) para obter mais informações sobre o funcionamento, documentação necessária e os critérios para o agendamento dos procedimentos cirúrgicos. Um link de cadastramento será disponibilizado em breve.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.