Semana começa com 524 oportunidades de emprego em Juazeiro do Norte pelo IDTSINE

Chegou mais uma segunda-feira e com ela a oportunidade de conseguir um emprego e mudar de vida. O IDTSINE dispõe hoje de 4048 oportunidades de emprego nas suas Unidades de Atendimento no Ceará e em Juazeiro do Norte são 524 vagas em diversas áreas.

As que mais se destacam são a de balconista de açogue e operador de caixa, com 20 vagas cada. Já para pessoas com deficiência, o cargo com mais oportunidades é o de auxiliar de produção farmacêutica, com 50 vagas.

O IDTSINE em Juazeiro do Norte fica na rua Interventor Francisco Erivano Cruz,120, Centro, no Vapt Vupt. Você pode entrar em contato através do telefone 0800 591.0363, ou pelo e-mail vagas.juazeirodonorte@idt.org.br

Veja as vagas disponíveis em Juazeiro do Norte

OCUPAÇÕESQTDE.VAGAS
Ajudante de carga e descarga de mercadoria01
Ajudante de motorista01
Ajudante de obras06
Ajudante de serralheiro02
Apontador de obras02
Auxiliar administrativo03
Auxiliar de cozinha04
Auxiliar de encanador08
Auxiliar de escritório01
Auxiliar de estoque05
Auxiliar de limpeza11
Auxiliar de linha de produção150
Auxiliar financeiro01
Balanceador01
Balconista de açougue02
Barman01
Carpinteiro de obras05
Churrasqueiro02
Colador de cartazes01
Confeiteiro03
Costurador de artefatos de couro, à máquina (exceto roupas e calçados)01
Costureiro na confecção em série02
Cozinheiro de restaurante04
Cozinheiro geral01
Eletricista06
Eletricista auxiliar04
Eletricista de linha de transmissão03
Eletricista de manutenção de linhas elétricas50
Embalador, a mão01
Empregado doméstico nos serviços gerais01
Engenheiro de produção01
Forneiro metalúrgico01
Jardineiro03
Lavador de veículos02
Manobrista01
Marceneiro01
Mecânico de auto em geral01
Mecânico eletricista de veículos automotores02
Montador de acessórios03
Montador de estruturas metálicas04
Motorista de caminhão03
Motorista de caminhão guincho pesado com munk10
Motorista entregador02
Office-boy02
Operador de injetora de plástico04
Operador de retro-escavadeira02
Operador de telemarketing ativo e receptivo100
Padeiro01
Pedreiro18
Promotor de vendas02
Rasteleiro de asfalto06
Recepcionista, em geral01
Representante comercial autônomo01
Servente de obras35
Supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro)01
Supervisor de atendimento ao cliente01
Técnico analista de qualidade01
Técnico de garantia da qualidade01
Técnico de segurança do trabalho01
Técnico em manutenção de máquinas02
Técnico mecânico (calefação, ventilação, refrigeração e climatização)02
Tecnólogo em alimentos01
Tratador de animais01
Vendedor de consórcio01
Vendedor interno06
Total507
PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕESQTDE.VAGAS
Atendente de lanchonete02
Auxiliar de expedição02
Cozinheiro do serviço doméstico01
Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações02
Operador de telemarketing ativo e receptivo10
Total17

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.