CDL Juazeiro do Norte promove workshop sobre estratégias para aumentar vendas

Empresários, lojistas e profissionais interessados em aprimorar seus resultados comerciais terão a oportunidade de participar do workshop “Estratégias para Aumentar suas Vendas em até 3 Meses”, promovido pela CDL Juazeiro do Norte. O evento acontece no dia 10 de junho, às 19h, na sede da entidade.

A proposta é apresentar estratégias práticas e aplicáveis ao dia a dia dos negócios, contribuindo para o fortalecimento das vendas, a melhoria do desempenho comercial e a conquista de novos resultados em um mercado cada vez mais competitivo.

Além do conteúdo voltado para o desenvolvimento empresarial, o workshop também será um espaço para troca de experiências e ampliação do networking entre empreendedores da região.

A participação será mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais. As vagas são limitadas e os interessados devem realizar inscrição prévia por meio de formulário online.

Capacitação para o crescimento dos negócios

A iniciativa integra as ações da CDL Juazeiro do Norte voltadas à qualificação do setor empresarial, oferecendo oportunidades de aprendizado e atualização para empreendedores que buscam aprimorar a gestão comercial e ampliar sua competitividade.

Durante o encontro, os participantes terão acesso a orientações e técnicas que podem ser implementadas de forma prática, contribuindo para o aumento das vendas e para a sustentabilidade dos negócios.

Serviço

Workshop: Estratégias para Aumentar suas Vendas em até 3 Meses
Data: 10 de junho
Horário: 19h
Local: CDL Juazeiro do Norte
Entrada solidária: 1 kg de alimento não perecível
Inscrições: https://forms.gle/uBAYCa69oDXR7pYM8

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.