Semana começa com 580 oportunidades de emprego em Juazeiro do Norte pelo IDTSINE

Chegou mais uma segunda-feira e com ela a oportunidade de conseguir um emprego e mudar de vida. O IDTSINE dispõe hoje de 4547 oportunidades de emprego nas suas Unidades de Atendimento no Ceará e em Juazeiro do Norte são 580 vagas em diversas áreas.

O IDTSINE em Juazeiro do Norte fica na rua Interventor Francisco Erivano Cruz,120, Centro, no Vapt Vupt. Você pode entrar em contato através do telefone 0800 591.0363, ou pelo e-mail vagas.juazeirodonorte@idt.org.br

Veja as vagas disponíveis em Juazeiro do Norte

OCUPAÇÕESQTDE.VAGAS
Ajudante de carga e descarga de mercadoria01
Ajudante de motorista01
Ajudante de serralheiro02
Alimentador de linha de produção05
Analista de recursos humanos01
Atendente balconista02
Atendente de balcão01
Auxiliar de cozinha05
Auxiliar de encanador08
Auxiliar de escritório01
Auxiliar de estoque05
Auxiliar de limpeza21
Auxiliar de linha de produção162
Auxiliar de mecânico de autos01
Auxiliar de pessoal01
Auxiliar em saúde bucal02
Balanceador01
Balconista de açougue22
Caixa de loja01
Churrasqueiro02
Colador de cartazes01
Confeiteiro03
Cozinheiro de restaurante03
Cozinheiro geral01
Eletricista04
Eletricista auxiliar04
Eletricista de linha de transmissão03
Eletricista de manutenção de linhas elétricas50
Embalador, a mão01
Empregado doméstico nos serviços gerais02
Engenheiro de produção01
Estoquista05
Fiscal de loja04
Forneiro metalúrgico01
Garçom01
Jardineiro03
Manobrista01
Marceneiro01
Mecânico de auto em geral01
Mecânico de automóvel01
Mecânico eletricista de veículos automotores02
Montador de acessórios03
Motorista de caminhão03
Motorista de caminhão guincho pesado com munk10
Motorista entregador02
Office-boy02
Operador de caixa12
Operador de injetora de plástico04
Operador de retro-escavadeira02
Operador de telemarketing ativo e receptivo100
Padeiro01
Pedreiro13
Porteiro01
Promotor de vendas02
Rasteleiro de asfalto06
Recepcionista, em geral01
Repositor – em supermercados04
Representante comercial autônomo02
Servente de obras28
Servente de serviços gerais na conservação de vias permanentes (exceto trilhos)01
Supervisor de atendimento ao cliente01
Técnico analista de qualidade01
Técnico de garantia da qualidade01
Técnico em manutenção de máquinas02
Técnico mecânico (calefação, ventilação, refrigeração e climatização)02
Tecnólogo em alimentos01
Trabalhador rural01
Vendedor interno07
Vendedor porta a porta02
Total553
PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕESQTDE.VAGAS
Ajudante de obras01
Assistente de cobrança02
Auxiliar de linha de produção10
Carregador (armazém)02
Cozinheiro do serviço doméstico01
Operador de telemarketing ativo e receptivo10
Pedreiro01
Total27

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.