Palhoção, Terreiro Cultural e Cidade Cenográfica são destaque no Festival Juaforró 2026

O Festival Juaforró inicia, nesta quarta-feira, 24, a programação cultural no Parque de Eventos Padre Cícero, reunindo tradição, música, gastronomia e manifestações da cultura popular. As atividades seguem até o domingo, 28, com atrações distribuídas em diferentes espaços do evento. Os portões serão abertos ao público às 17h30, e a programação do Palhoção e do Terreiro Cultural terá início às 18h. Já a Cidade Cenográfica iniciará as atividades às 19h, proporcionando uma experiência imersiva que valoriza a identidade cultural de Juazeiro do Norte e do Cariri.

Já tradicionais nos festejos juninos do município, os três espaços recebem apresentações de artistas regionais, grupos culturais, atores, atrizes e músicos, além de oferecerem ao público um ambiente que remete às típicas vilas nordestinas, com artesanato, culinária e expressões da cultura popular.

Com uma programação diversificada, o Festival Juaforró reforça o compromisso de preservar as tradições juninas e incentivar a produção artística local, proporcionando momentos de lazer e valorização da cultura para moradores e visitantes.

Confira a programação do Terreiro Cultural:

24 de junho (quarta-feira):

18h – Bacamarteiros Mirim

18h20 – Banda Cabaçal Meninos da Paz

18h40 – Bacamarteiros da Paz

25 de junho (quinta-feira):

18h – Coco Mirim Frei Damião

18h20 – Maneiro Pau São Luiz

18h40 – Coco Frei Damião

26 de junho (sexta-feira):

18h – Banda Cabaçal Santo Antônio

18h30 – Companhia Tetêrêtête

27 de junho (sábado):

18h – Coco São Francisco

18h20 – Banda Cabaçal Meninos Maluvidos

18h40 – Maneiro Pau do Mestre Raimundo

Confira a programação do Palhoção Cultural:

24 de junho (quarta-feira):

18h às 19h – Veríssimo

19h às 20h – Felipe Show

25 de junho (quinta-feira):

18h às 19h – Fernando do Acordeon

19h às 20h – Ricardo de França

26 de junho (sexta-feira):

18h às 19h  Pedim Saliva Doce

19h às 20h  K Com Nós

27 de junho (sábado):

18h às 19h – Felipe do Acordeon

19h às 20h – Fan do Acordeon

28 de junho (domingo):

18h às 19h – Frank Costa

19h às 20h – Avelino do Acordeon

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.