Lapinha Spa lança o primeiro espaço de Sound Healing das Américas

Lapinha Spa apresenta o Quiosque de Terapia Sonorium, um espaço dedicado ao Sound Healing e à experiência terapêutica do som. Com a novidade, a Lapinha se torna o primeiro spa médico das Américas a oferecer uma sala oficial do Sonorium Svaram, referência internacional em práticas de cura sonora aplicadas à saúde integrativa.

A prática de Sound Healing faz parte da abordagem terapêutica da Lapinha desde 2021, conduzida por Gabriela Brephol, COO (Chief Operating Officer) do spa, responsável pelo desenvolvimento e pela condução das terapias sonoras dentro da instituição. A chegada do Sonorium aprimora esse trabalho, estruturando a experiência em um ambiente desenvolvido especificamente para aplicações terapêuticas, médicas e integrativas.

Desenvolvido pela SVARAM, o Sonorium é uma sala de cura sonora formada por instrumentos artesanais dispostos em geometria arquetípica ao redor da Nidranantar, cama que amplia o conceito da maca de massagem ao funcionar como suporte vibracional. Na experiência, o paciente percebe as vibrações no corpo a partir de diferentes frequências e camadas sonoras.

A experiência acontece em um campo de escuta, sintonia e ressonância, que combina sons naturais e arcaicos com frequências afinadas a partir das proporções da Just Intonation, tendo como referência o tom Dó 256 Hz. A polaridade entre sons estruturados e sons primordiais, produzidos por materiais como pedra, cerâmica, conchas, sementes e água, favorece estados profundos de relaxamento, integração e reorganização interna.

Instalado em um quiosque imerso na natureza, o Sonorium da Lapinha oferece sessões individuais com duração aproximada de uma hora. As vibrações físicas e táteis conduzidas ao longo da experiência estimulam o estado Nidra/Alpha de consciência, associado a descanso profundo, clareza mental e sensação de equilíbrio global.

Localizada próxima a Curitiba, a Lapinha Spa é reconhecida como o primeiro spa médico do Brasil e é referência em saúde integrativa. Com uma abordagem que une medicina, práticas terapêuticas e estilo de vida saudável, o local desenvolve programas focados em prevenção, longevidade e reconexão entre corpo e mente.

Sobre a Lapinha SPA

Imersa em uma natureza exuberante, a Lapinha é um verdadeiro santuário de bem-estar em perfeita sintonia com o ambiente ao seu redor. Reconhecida como Spa Sustentável Global pela World Spa & Wellness Awards, a Lapinha está situada em meio aos bosques de Mata Atlântica e Araucárias, com vistas deslumbrantes para morros e campos naturais, próximos à majestosa Escarpa Devoniana. Com uma área de 550 hectares, a propriedade abriga uma densa floresta nativa, preservando seu bioma e contribuindo para a riqueza do ecossistema local.

Todos os efluentes são tratados e devolvidos à natureza de forma limpa, assegurando a integridade do ambiente. Rodeada por uma reserva de Mata Atlântica, a atmosfera serena da Lapinha oferece uma sensação única de paz aos visitantes. As caminhadas matinais, as refeições balanceadas e a ausência de estimulantes como o café contribuem para a regulação do relógio biológico, promovendo um sono mais profundo e uma maior vitalidade durante o dia.

Na Lapinha, a alimentação é mais do que uma escolha, é uma expressão de saúde e bem-estar. A dieta Ovolactovegetariana é cuidadosamente planejada e supervisionada por médicos e nutricionistas experientes. A maioria dos ingredientes são cultivados na horta orgânica e no pomar da propriedade, proporcionando uma experiência gastronômica única em sabor e nutrição.

Seguindo a terapia do biorritmo como um princípio vital de saúde, a Lapinha respeita os ritmos naturais do corpo, os horários das refeições e os momentos de lazer e descanso, reconectando os hóspedes com a natureza e promovendo um verdadeiro bem-estar.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.