Semana começa com 461 oportunidades de emprego em Juazeiro do Norte pelo IDTSINE

Chegou mais uma segunda-feira e com ela a oportunidade de conseguir um emprego e mudar de vida. O IDTSINE dispõe hoje de 2647 oportunidades de emprego nas suas Unidades de Atendimento no Ceará e em Juazeiro do Norte são 461 vagas em diversas áreas.

O IDTSINE em Juazeiro do Norte fica na rua Interventor Francisco Erivano Cruz,120, Centro, no Vapt Vupt. Você pode entrar em contato através do telefone 0800 591.0363, ou pelo e-mail vagas.juazeirodonorte@idt.org.br

Veja as vagas disponíveis em Juazeiro do Norte

OCUPAÇÕESQTDE.VAGAS
Açougueiro01
Ajudante de carga e descarga de mercadoria07
Ajudante de serralheiro02
Aplicador de adesivos02
Atendente de balcão01
Auxiliar administrativo01
Auxiliar de corte (preparação da confecção de roupas)01
Auxiliar de cozinha02
Auxiliar de desenvolvimento infantil02
Auxiliar de limpeza02
Auxiliar de linha de produção100
Auxiliar de mecânico de autos01
Auxiliar técnico de refrigeração02
Churrasqueiro02
Confeiteiro01
Consultor de vendas02
Cozinheiro de restaurante01
Cumim03
Diretor administrativo e financeiro01
Empregado doméstico nos serviços gerais02
Encarregado de estoque01
Estoquista04
Ferreiro04
Garçom07
Gerente de logística (armazenagem e distribuição)02
Gerente de marketing02
Jardineiro01
Maître de restaurante01
Manicure/pedicure01
Maquinista de trem02
Marceneiro01
Mecânico de auto em geral01
Mecânico de automóvel03
Mecânico de manutenção de caminhão a diesel01
Mecânico de manutenção de máquina industrial02
Mecânico de motocicletas03
Mecânicos de veículos automotores03
Montador de estruturas metálicas10
Motorista entregador09
Office-boy01
Operador de telemarketing ativo e receptivo100
Padeiro01
Pedreiro24
Pizzaiolo01
Polidor de veículos02
Professor das séries iniciais01
Recepcionista atendente02
Recepcionista de hotel01
Representante comercial autônomo08
Salgadeiro01
Serralheiro01
Servente de obras16
Soldador13
Subgerente de restaurante02
Supervisor de bar01
Sushiman01
Técnico de edificações01
Técnico de rede (telecomunicações)01
Técnico de refrigeração (instalação)02
Torneiro mecânico03
Torneiro repuxador01
Trabalhador rural01
Tratador de animais01
Vendedor interno08
Vendedor porta a porta21
Vendedor pracista12
Total421
PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕESQTDE.VAGAS
Atendente de lojas01
Auxiliar de encanador01
Auxiliar de linha de produção20
Embalador, a máquina01
Massoterapeuta03
Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações02
Operador de telemarketing ativo e receptivo10
Repositor – em supermercados02
Total40

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.