Enel Ceará abre vagas para curso de forçamão em eletricistas em Juazeiro do Norte

A Enel Distribuição Ceará está com inscrições abertas para o curso de formação de eletricistas em Juazeiro do Norte, voltado ao preenchimento de vagas de emprego nos municípios de Juazeiro do Norte, Crato, Antonina do Norte, Nova Olinda, Campos Sales, Barro e Brejo Santo. Com foco na criação de mão de obra qualificada e na profissionalização da população, a capacitação contempla a aplicação prática e teórica em redes modernas de distribuição de energia elétrica é uma das ações do plano estratégico e de investimentos da empresa para o estado do Ceará.

O curso, que possui carga horário de 336 horas, tem previsão de início para o final do mês de março e duração média de dois meses. Para participar, é preciso ter 18 anos ou mais e ensino médio completo. As vagas são para candidatos de todos os gêneros, com convite especial para mulheres, segundo a empresa. Os alunos terão direito a uma bolsa-auxílio para transporte e alimentação, garantindo o suporte necessário durante o período de aprendizado. Ao final, os participantes aprovados poderão participar de processos seletivos para vagas de eletricistas na Enel ou em empresas parceiras.

Esse ano, a previsão de contratação é de 649 novos profissionais. Somente no ano passado, já foram contratados cerca de 700 profissionais para atuar, principalmente, nas operações de campo.

As inscrições podem ser feitas no link: https://forms.office.com/e/gSrcGUDUMN

Sobre a Enel Distribuição Ceará

A Enel Distribuição Ceará, subsidiária da multinacional italiana Enel, distribui energia para cerca de 4,3 milhões de unidades consumidoras, atendendo 184 municípios e abrangendo 100% do território do Ceará. A companhia possui 29 unidades operacionais, 189 pontos de atendimento, 3 unidades móveis e 6 pontos de atendimento em Vapt-Vupt. Além disso, conta com 128 subestações e mais de 156 mil quilômetros de rede elétrica, distribuídos em alta, média e baixa tensão. A estratégia de atuação da Enel é orientada pelo seu Plano de Sustentabilidade e pelos compromissos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.