Jogos Escolares do Crato 2026 abrem na quarta-feira (4) e mobilizam 1.278 atletas

A Secretaria Municipal de Esporte e Juventude (SEJU) dá início à edição 2026 dos Jogos Escolares do Crato, um dos maiores movimentos esportivos estudantis do município. Executado pela Construeco, o evento reúne talento, garra e espírito competitivo, consolidando o esporte como ferramenta de formação e protagonismo juvenil.

Congresso técnico e sorteio oficial

O Congresso Técnico final e o sorteio oficial das equipes foram realizados no dia 26 de fevereiro de 2026, definindo regulamento, chaves e organização das disputas. O encontro marcou oficialmente a largada da competição, que já impressiona pelos números: 27 escolas inscritas e 1.278 atletas confirmados.

Abertura oficial

A cerimônia de abertura acontece na próxima quarta-feira, 4 de março, às 14h, na Quadra Bicentenário. O momento será de celebração, integração e valorização do esporte escolar, reunindo estudantes, gestores, professores, familiares e torcedores.

A SEJU convida toda a comunidade esportiva do Crato a participar e prestigiar esse grande encontro. É hora de ocupar as arquibancadas, incentivar nossos jovens atletas e transformar cada aplauso em combustível para quem entra em quadra disposto a dar o melhor de si.

Calendário das disputas

As competições seguem um cronograma organizado para garantir intensidade e ampla participação:

* Esportes coletivos: de 5 a 14 de março

* Esportes coletivos e Vôlei de areia: de 6 a 15 de março

* Esportes individuais: de 6 a 11 de abril

* Encerramento e entrega das premiações: 25 de abril de 2026

As partidas acontecem de segunda a sábado, das 8h às 16h30, na Quadra Bicentenário e no Replay Sports Vila Alta.

Modalidades e categorias

A edição 2026 contempla modalidades que exigem técnica, estratégia, resistência e trabalho em equipe.

As modalidades coletivas são Futsal, Handebol, Basquete e Vôlei. E as individuais: Vôlei de areia, Atletismo, Judô, Tênis de Mesa e Xadrez.

As disputas serão realizadas nas categorias masculino e feminino, nas faixas etárias 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos.

Os Jogos Escolares do Crato 2026 se propõem a fortalecer valores como disciplina, respeito e superação. A contagem regressiva já começou e o Crato está pronto para vibrar junto com cada passe e cada conquista.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.