Vet Móvel no Crato: confira a agenda de atendimentos do mês de junho

A causa animal ganha um reforço de peso no município do Crato durante o mês de junho, com a agenda de atendimento do Vet Móvel, trabalho realizado através da Secretaria de Meio Ambiente e Mudança do Clima, através da Coordenação de Bem-estar Animal.

Neste dia 1º de junho, o serviço passa a ofertar o atendimento durante a abertura da Semana de Meio Ambiente, na Praça da Sé, das 8h30 até 11h30. O Vet Móvel estará nos dias subsequentes, nas localidades de: Distrito de Monte Alverne (2/6), Sítio Quebra (3/6), Sítio Malhada (8/6), Sítio Rodeador (9/6), Distrito de Dom Quintino (10/6), São Bento (11/6), Vila Padre Cícero (12/6), Conjunto Madre Feitosa (15/6), Gisélia Pinheiro  CAIC (16/6), Sítio Santo Antônio (17/6), Sítio Campo Alegre (18/6), Sítio Minguiriba (19/6), Vale do Amanhecer (22/6), Conjunto Filemon Limaverde(23/6), Muriti (24/6), Sertãozinho (25/6), Lameiro (26/6), próximo à igreja. Também recebem o Vet Móvel, no dia 29/6, o bairro Seminário, na Praça Dona Ceicinha. A agenda do mês será encerrada no distrito do Belmonte, dia 30/6.

Serviços Ofertados

Durante as visitas, serão realizadas consultas veterinárias completas voltadas para animais de tutores de baixa renda e grupos de proteção. O trabalho é executado pela equipe da Coordenação de Bem-Estar Animal, utilizando o suporte da Unidade de Pronto Atendimento Animal (UPAA Lessa).

Como participar

Para garantir o atendimento, os tutores e protetores devem ficar atentos às datas específicas de cada comunidade. A recomendação é que não percam a oportunidade de levar seus animais para avaliação, garantindo a prevenção de doenças e o bem-estar dos pets.

“Nosso foco é promover o acesso facilitado. Levar o atendimento para dentro dos bairros e distritos permite que alcancemos animais que, de outra forma, não teriam assistência”, destaca a Coordenação de Bem-Estar Animal.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.