Veja os jogos de quarta-feira pela Copa do Mundo 2026

Quatro partidas serão disputadas nesta quarta-feira (17) pelos grupos K e L da Copa do Mundo 2026. A primeira delas será entre Portugal e RD Congo, às 14h, em Houston.

Na sequência, às 17h, a Inglaterra enfrentará a Croácia em Dallas. Gana e Panamá jogarão às 20h em Toronto. Já a partida entre Uzbequistão e Colômbia será na Cidade do México, às 23h.

Jogos desta quarta-feira, 17 de junho (horário de Brasília)

14h – Portugal x RD Congo (Grupo K)

17h – Inglaterra x Croácia (Grupo L)

20h – Gana x Panamá (Grupo L)

23h – Uzbequistão x Colômbia (Grupo K)

Grupo K

Com quatro integrantes de diferentes continentes (Portugal, Colômbia, RD Congo e Uzbequistão), o Grupo K tem Portugal, quinta colocada no ranking da Fifa, como favorita para se classificar à segunda fase do torneio.

Com um dos melhores elencos desta Copa, os portugueses têm uma equipe talentosa e experiente, que costuma apresentar um estilo ao mesmo tempo técnico e criativo. Dessa forma, reúne, além de um bom jogo coletivo, capacidade para jogadas individuais principalmente no ataque.

Uma outra equipe forte do grupo é a Colômbia, com um time experiente e competitivo, de jogo vertical, intenso e veloz.

Congo e Uzbequistão são equipes de menor tradição. A última participação da equipe africana foi na Copa de 1974. Já o Uzbequistão participa pela primeira vez de uma Copa do Mundo.

Grupo L

Duas forças do futebol europeu (Inglaterra e Croácia) e uma equipe competitiva da África (Gana) tornam o Grupo L um dos mais disputados desta primeira fase da Copa de 2026. Correndo por fora, mas com uma equipe organizada do ponto de vista coletivo, está o Panamá.

A atual geração é, para muitos, uma das melhores do futebol inglês, principalmente do ponto de vista ofensivo. Prova disso é o bom desempenho que teve durante as eliminatórias da Copa.

Caso mantenha o modelo de jogo que vêm adotando, os ingleses apresentarão um futebol de pressão alta e bastante velocidade, principalmente pelos lados do campo.

A Croácia, vice-campeã da Copa de 2018, tem feito boas campanhas em grandes competições, e costuma crescer em jogos decisivos. Bem organizada taticamente, possui um meio-campo técnico que procura sempre controlar a posse de bola.

Gana pode ser uma surpresa neste grupo, a ponto de se classificar para a fase seguinte, ainda que seja vista como a terceira força da chave. Tem como característica um jogo de intensidade física.

Já o Panamá, tido como azarão do grupo, possui uma equipe compacta que deve prezar por um jogo defensivo na busca por jogadas de contra ataque.

Fonte: Agência Brasil

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.