Quadrilha “Rochedo dos Matutinos” segue ciclo de apresentações no mês de julho

A Quadrilha Rochedo dos Matutinos inicia a semana com apresentação no Juaforró, no dia 01 de julho. A agenda do grupo continua no dia 05 de julho às 19h, a apresentação integra a programação do III Festival São João do Interior, na Praça do CC, no Bairro João Cabral, em Juazeiro do Norte. A programação do grupo é divulgada semanalmente no instagram @rochedodosmatutinos.

 

O tema da montagem é Epifania: Festa de Reis, que homenageia os mestres de reisado do Ceará e faz alusão aos 30 anos do grupo Reisado Discípulos do Mestre Pedro, popularmente conhecido como Reisado dos Irmãos, fundado pelos mestres Antônio Ferreira Evangelista e Raimundo Ferreira Evangelista. Os mestres Antônio e Raimundo possuem uma atuação expressiva no Bairro João Cabral, em Juazeiro do Norte, onde fundaram sete folguedos: Reisado dos Irmãos, Guerreiro Santa Madalena, Reisado Mirim Afilhados de Cícero Zabumbeiro, Maneiro pau de Mestre Raimundo, Banda Cabaçal Meninos Maluvidos, e as Quadrilhas juninas Matutino Junior e Rochedo dos Matutinos, fundadas em 1997. 

 

A quadrilha conta com o apoio da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará – Lei nº 18.012, de 01 de abril de 2022 por meio do Edital Ceará Junino para Quadrilhas Juninas – 2026 e pela Lei Rouanet (Lei Federal nº 8.313/1991) via Ministério da Cultura/Governo Federal e conta com o patrocínio na Trevo Drywall

 

III Festival “São João do Interior” acontece em Juazeiro do Norte, neste fim de semana

 

O III Festival São João do Interior chega a sua terceira edição e reúne diversas quadrilhas do Cariri. O evento acontece nos dias 04 e 05 de julho, na Praça do CC, no bairro João Cabral em Juazeiro do Norte. A ação é fruto da parceria entre a AVBEM, o Instituto Rochedo e a Associação Movimentos.

 

A programação do sábado (04) inicia às 17 horas e vai até às 23 horas. O primeiro dia de evento conta com as apresentações das quadrilhas: Arraiá do Chililique, Matutino Júnior, Quadrilha Enluar, Chapéu de Palha, Tradição Junina, Raiar do Sol, Raízes D’Aurora. Já no domingo (05), o evento tem início às 16 horas e encerramento às 23 horas. O festival encerra com a apresentação das quadrilhas: Sangine Arraiá Mirim, Flor de Chita – diversidade, Pimpolhos da Nação – infantil, Rochedo dos Matutinos – convidada, Filhos de Ouro, Raizes Nordestinas, Santo Antônio, Nação Nordestina.

 

Sobre o evento

 

O III São João do Interior  nasceu no ano de 2023, é um festival de quadrilhas juninas que integra a etapa regional do festival Ceará Junino. O evento é uma realização da Avbem, com correalização do Instituto Rochedo, produção da Betha Produções, consultoria da Associação Movimentos. Além do apoio cultural do Governo do Estado do Ceará.

 

Serviço – III São João do Interior

 

Data: 04 de julho

Local: Praça do CC

Horário: 17h às 23h

 

Programação

17h – Arraiá do Chililique – infantil (Tarrafas)

18h – Matutino Jr – infantil (Juazeiro do Norte)

19h – Quadrilha Enluar (Barro)

20h – Chapéu de Palha (Juazeiro do Norte)

21h – Tradição Junina (Crato)

22h – Raiar do Sol (Potengi)

23h – Raízes D’Aurora (Aurora)

 

Data: 05 de julho

Local: Praça do CC

Horário: 16h às 23h

 

Programação

16h – Sangine Arraia Mirim – infantil (Juazeiro do Norte)

17h – Flor de Chita – diversidade (Juazeiro do Norte)

18h – Pimpolhos da Nação – infantil (Juazeiro do Norte)

19h – Rochedo dos Matutinos – convidada (Juazeiro do

Norte)

20h – Filhos de Ouro (Lavras da Mangabeira)

21h – Raizes Nordestinas (Caririaçu)

22h – Santo Antônio (Barbalha)

23h – Nação Nordestina (Juazeiro do Norte)

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.