Polo UAB Beata Maria de Araújo de Juazeiro do Norte alcança aprovação máxima da CAPES

Pelo terceiro ano consecutivo, o Polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB), em Juazeiro do Norte, alcançou aprovação com Conceito AA da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

O conceito “A” qualifica programas de excelência que correspondem à nota 5. Portanto, um conceito “AA” geralmente indica que o programa obteve nota máxima (5) nas duas modalidades de avaliação que compõem o ciclo, como Mestrado e Doutorado, ou em avaliações continuadas.

Em funcionamento desde 2024, o Polo atende atualmente cerca de 270 estudantes em 8 cursos de graduação e 4 cursos de pós-graduação lato sensu.

Djailson Ricardo, coordenador do Polo, explica que obter esse conceito significa que as instituições parceiras apresentam formações de qualidade equivalentes aos melhores centros do país e garantem grande valorização do diploma no mercado de trabalho e no meio acadêmico internacional. Ele acrescenta que os critérios do monitoramento foram cumpridos rigorosamente.

CURSOS DE GRADUAÇÃO OFERTADOS NA UNIDADE:

* Tecnólogos pela Universidade Federal do Cariri (UFCA):

– Produção de Multimídias

– Análise de Desenvolvimento de Sistemas – ADS

– Tecnologia em Banco de dados

– Processos Gerenciais

– Gestão Financeira.

Licenciatura pela Universidade Regional do Cariri (URCA):

– Física

– Química.

CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO OFERTADOS NA UNIDADE:

*Pós-graduação Latu Sensu pela Universidade Estadual do Ceará (UECE):

– Contabilidade Pública

– Gestão Pública Municipal

– Gestão da Escola Pública de Ensino Médio – GEPEM

*Pós-graduação Latu Sensu pela Fundação FioCruz e Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP)

– Gestão em Saúde

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.