A expansão das atividades de guardas municipais nos últimos anos não tem sido acompanhada dos recursos financeiros e humanos para investimento adequado na segurança pública. É o que revela pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) feita com 1.628 administrações municipais. De acordo com o levantamento, as guardas municipais estão presentes em 428 (26%) Municípios. Outros 413 (26%) pretendem criar essas estruturas, o que indica que a quantidade de guardas municipais poderá dobrar nos próximos anos.
Além da proteção patrimonial, função original das guardas e exercida por 80% delas, esses profissionais têm atuado em atividades da segurança pública. São mais recorrentes funções de manutenção da ordem (75%), segurança escolar (73%), prevenção da violência contra mulheres (61%) e policiamento ostensivo (58%). Em menor proporção, há atuação no controle de trânsito (52%) e na defesa civil (46%).
“Apesar de não ser atribuição constitucional direta dos Municípios o papel de atuar na segurança pública, houve um aumento da demanda da população por ações nessa área. Os gestores se viram obrigados a investir nas guardas municipais, mas sem contar com apoio da União”, destaca o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Os gastos dos Municípios com segurança pública cresceram 66% de 2016 para 2025. Essa velocidade representa um crescimento quatro vezes e meio maior que o da União (12%) no mesmo período e três vezes mais intenso que o dos governos estaduais (25%).
Estrutura das guardas
Na pesquisa, os gestores revelaram um cenário de insuficiência de financiamento para manter as guardas municipais. Quando questionados sobre os principais desafios na área de segurança, as principais respostas foram falta de recursos financeiros (74%), insuficiência de efetivo (57%), estrutura física inadequada (43%) e falta de capacitação (30%).
A aquisição de viaturas (63%) é o principal destino dos investimentos em policiamento, seguido por coletes balísticos (62%), videomonitoramento (59%) e armamento menos letal (52%). Apenas 36% foram para armas de fogo e munição. Entre os Entes locais com guardas municipais, 38% afirmaram usar esse tipo de armamento.
Se durante muito tempo o tênis foi o principal elemento de identidade de quem corria, hoje a roupa é parte essencial dessa expressão. Com a corrida cada vez mais incorporada ao estilo de vida dos brasileiros, cresce a busca por produtos que acompanhem diferentes momentos da rotina — da rodagem ao treino de força, da prova ao café com medalha — reunindo desempenho, conforto e design. É de olho nessa transformação que a Olympikus apresenta, em agosto, novidades na Roupa do Corre, ampliando sua linha de vestuário tecnológico com peças desenvolvidas para acompanhar as diferentes formas de viver o esporte.
A primeira edição da Roupa do Corre, lançada em 2024 como uma extensão da linha de calçados, conquistou rapidamente os corredores ao aplicar no vestuário o mesmo processo que tornou o Corre o tênis mais usado pelos brasileiros no Strava por três anos consecutivos: ouvir quem corre. Assim como aconteceu com o tênis, a coleção foi cocriada com corredores brasileiros, atletas, designers e profissionais da moda para unir desempenho, funcionalidade e estética em peças pensadas para a realidade da corrida no Brasil.
Essa evolução no leque de produtos acompanha uma mudança de comportamento observada também nas pesquisas do setor. O Year in Sport 2025, do Strava, mostrou que o treino de força está entre as atividades que mais cresceram entre corredores, refletindo uma rotina esportiva em que corrida, fortalecimento e outras modalidades passaram a fazer parte da mesma jornada. Foi olhando para esse cenário que a Olympikus expandiu a coleção, criando novas peças capazes de acompanhar diferentes momentos da jornada do atleta, sem perder a essência da corrida.
“A roupa virou parte importante da identidade de quem corre porque acompanha a pessoa em vários momentos da rotina, não só na largada. Essa coleção nasce justamente desse olhar: entender que desempenho e conforto são inegociáveis, mas que o corredor também quer funcionalidade e um design que faça sentido dentro da sua própria história com o esporte. Nosso papel é construir esse ecossistema de forma consistente, em parceria com a comunidade, para que quem corre com a Olympikus se sinta cada vez mais representado em tudo o que veste,” afirma Bianca Dallegrave, diretora-executiva de Marketing da Olympikus.
Entre os destaques da nova coleção estão o top alongado, que reúne sustentação e praticidade ao incorporar três bolsos — incluindo um traseiro para celular — e um comprimento pensado para permitir o uso sem regata e facilitar a fixação do número de peito em provas, e o macacão, uma das principais novidades da coleção, aposta em uma modelagem anatômica com alças cruzadas nas costas, tecido de alta elasticidade e costuras estratégicas para oferecer sustentação e liberdade de movimentos em uma única peça, transitando naturalmente entre a corrida, a musculação e o uso casual.
Outro destaque é a jaqueta corta-vento, criada para acompanhar treinos em condições climáticas variáveis. Além das tecnologias Wind Protection e Water Resist, que ajudam a bloquear o vento e resistir a chuvas leves, a peça traz perfurações a laser em pontos estratégicos para ventilação, detalhes refletivos para aumentar a visibilidade em ambientes com pouca iluminação e um bolso no ombro que acomoda pequenos objetos. Quando o tempo abre, a própria jaqueta pode ser dobrada e guardada dentro desse bolso, ocupando pouco espaço e facilitando o transporte.
Já a bermuda masculina e o short feminino 2 em 1 foram desenvolvidos para resolver um dos desafios mais comuns da corrida: carregar tudo o que é necessário sem depender de acessórios extras. As peças combinam uma camada externa leve com base interna de sustentação e distribuem bolsos ao redor do cós e nas laterais, criando espaço para transportar celular, géis, chaves e cartões durante treinos e provas. O tecido incorpora a tecnologia Dry Action, que acelera a absorção e evaporação do suor, enquanto a modelagem favorece a liberdade de movimentos mesmo em percursos longos.
A coleção também amplia as opções com peças desenvolvidas para acompanhar tanto a corrida quanto os treinos de fortalecimento como a bermuda curta feminina, a calça legging com bolsos, o top de alto impacto, o short de compressão, as regatas masculina e feminina, o manguito, o boné e a meia de cano médio, que possui um ajuste firme, toque confortável, suporte no arco e construção leve e respirável que ajuda a reduzir atrito e bolhas, mantendo os pés secos e seguros durante a prática.
Já disponível no site da Olympikus e nas melhores lojas de artigos esportivos do Brasil, as novas peças da Roupa do Corre representam mais um passo da marca na construção de um ecossistema completo para corredores.
Os resultados do estudo apontam para a ampliação do quantitativo de guardas municipais, do seu campo de atuação e um grande esforço realizado pelos Municípios para a estruturação das guardas, financiados quase totalmente com recursos próprios. A CNM defende que a integração dos Municípios ao Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) somente será plena quando houver financiamento federal continuado e sustentável para todos os Municípios atuarem efetivamente.




