Juazeiro do Norte promove 3ª edição da Feira da Empregabilidade no dia 30 de abril

A Prefeitura de Juazeiro do Norte realizará, no próximo dia 30 de abril, a 3ª edição da Feira da Empregabilidade, iniciativa voltada à promoção de oportunidades no mercado de trabalho e ao fortalecimento da economia local. O evento acontecerá das 8h às 17h, no Ginásio Municipal Professor Santana, localizado na Rua Princesa Isabel, s/n, no bairro São Miguel, na quadra da Secretaria Municipal de Educação (SEDUC).

 

A ação é promovida por meio das Secretarias Municipais de Assistência Social e de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Romaria, reunindo empresas, instituições e profissionais em um ambiente dedicado à geração de emprego e renda.

 

Até agora, o evento conta com 43 empresas confirmadas, que irão levar vagas de emprego para a população. Do mesmo modo, há 29 parceiros institucionais com serviços de utilidade pública e que irão prestar suporte para a Feira.

 

Ademais, os Telecentros irão disponibilizar confecção e impressão de currículos, garantindo a plena participação dos munícipes que almejam conseguir uma vaga de emprego.

 

Durante a programação, os participantes terão acesso a diversas atividades, como cadastro de currículos, encaminhamento para vagas de trabalho, orientações profissionais e contato direto com recrutadores. A feira também busca aproximar empregadores e trabalhadores, facilitando processos seletivos e ampliando as chances de inserção no mercado.

 

Ao início do evento, haverá a Palestra Magna “Empregabilidade 4.0: Como se tornar indispensável na era das múltiplas inteligências tecnológicas”, com o Facilitador Professor

Luiz Geraldo Teixeira, às 15h30. Haverá, também, a oficina “Relação de emprego e direitos do Trabalhador”, com a Facilitadora Advogada Ingrid Costa Cardoso.

 

Realizada anualmente, a Feira da Empregabilidade já se consolidou como uma importante ferramenta de inclusão produtiva no município, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico de Juazeiro do Norte. A expectativa é de que a terceira edição amplie ainda mais o alcance da iniciativa, beneficiando um grande número de pessoas em busca de oportunidades.

 

Entre as empresas presentes, estão a AeC, Supermercados Diniz, Mercantil Opção, AFAGU, Cariri Gás, Brisanet, WR Engenharia, Cozinha Bom de Sal, Produtos Juá, Unileão, Casa do Eletricista, Ótica Diniz, CEBRAC, Cosampa, VCX Educação, Giga+fibra, Carajás, Juaço, Brasil Atacarejo, Unifap (Faculdade Paraíso), Cequip, Costa Brasil, 3 Corações, Viação Pernambucanas, Jodibe Log, Braspress, Santa Clara, Trevo, Viametro, HG Industrial, Ma Chérie, Esplêndida, Terra Maris, Mix Mateus, PVC Indústria, Autêntica, Cajuína São Geraldo, Aluminah, PMC manutenção de motos, Mr. Maia Couros e Acessórios, Madea Couros e Acessórios, CECAPE e CERTCARCE.

 

Já entre os parceiros institucionais, estão o SINE/IDT, SEST/SENAT, UNINASSAU, UNILEÃO, CECAP, Faculdade Estácio, Faculdade Paraíso, Grau Técnico, CDL, AFAGU, Empregos Cariri, ISBET, CREDIAMIGO, CEINAT, NATURA/AVON, CAGECE Virtual, Telecentros, NEPIR, NUDG, ABEMAVI, Central de Libras, SEBRAE, SENAI, SESI, SENAC, SINDINDUSTRIA, SIMEC, URCA e CECAPE.

 

Para se inscrever na 3ª Feira da Empregabilidade, clique no link abaixo e acesse o formulário:

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.