O programa Mais Nutrição, iniciativa do Governo do Ceará voltada à segurança alimentar, já distribuiu mais de 4,3 milhões de quilos de alimentos para entidades credenciadas desde sua criação, em 2019. A marca foi destacada nesta quarta-feira (2) durante visita da vice-governadora e secretária da Proteção Social, Jade Romero, à fábrica do programa localizada na Central de Abastecimento do Ceará (Ceasa).
Na visita, estiveram presentes o presidente da Ceasa, Hebert Lima, e o secretário-executivo de Desenvolvimento Agrário, Taumaturgo Junior.
Atualmente, 149 Organizações da Sociedade Civil (OSCs) nos municípios do Cariri e de Maracanaú recebem os alimentos, beneficiando mais de 54 mil pessoas. O programa entrega alimentos in natura, além de mix de desidratados e polpa de frutas. Os produtos são doados pelos permissionários da Ceasa, a partir do excedente da comercialização. Na fábrica, eles são processados, aumentando sua durabilidade.
Jade Romero destacou o papel fundamental dos permissionários da Ceasa para o funcionamento do programa. “Os permissionários fazem com que o Mais Nutrição, da Proteção Social do Governo do Estado do Ceará, seja uma realidade e transforme a vida de tantas pessoas por meio das doações”, afirmou.
Entre as instituições beneficiadas está o Instituto Povo do Mar. A gestora da entidade Fabrini Andrade ressalta a importância do programa para a comunidade atendida. “Nós somos beneficiados pelo Mais Nutrição desde o lançamento, em 2019, e conseguimos oferecer refeições balanceadas para mais de 500 crianças e adolescentes diariamente, com muitas frutas e legumes frescos vindos da Ceasa a cada 15 dias. Essa parceria com a SPS nos dá segurança, mostrando o compromisso do Estado com quem mais precisa”, afirma.
Para o presidente da Ceasa, Herbert Lima, a iniciativa reforça o compromisso do Estado com a segurança alimentar, ao garantir o aproveitamento de alimentos excedentes e beneficiar milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade. “Essa fábrica tem um papel muito importante na segurança alimentar e nutricional dos cearenses”, pontuou.