Dez escolas da rede municipal do Crato são premiadas na OBMEP 2025 e reforçam excelência da educação no município

A educação do município de Crato celebra mais uma importante conquista: dez escolas da rede municipal foram destaque na edição 2025 da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), uma das maiores competições estudantis do país, reconhecida por estimular o aprendizado da matemática e revelar talentos entre estudantes de todo o Brasil.

As unidades de ensino premiadas representam o esforço coletivo de alunos, professores, gestores e toda a comunidade escolar, consolidando o compromisso da rede municipal com uma educação de qualidade e com o incentivo ao conhecimento.

As escolas premiadas foram:

* Escola Aldegundes Gomes de Matos

* Escola José Bizerra de Britto

* Escola Paulo Limaverde

* Escola Dom Quintino

* Escola Estado da Paraíba

* Escola Liceu Diocesano

* Escola Melvin Jones

* Escola Raimundo Nonato de Souza

* Escola São Francisco

* Escola Dom Vicente de Paulo Araújo Matos

A premiação reforça o trabalho desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação, que vem investindo continuamente em ações pedagógicas, formação de professores e incentivo à participação dos estudantes em olimpíadas do conhecimento.

De acordo com a secretária municipal de educação, Neyla Brito, o resultado é motivo de celebração e reconhecimento ao trabalho realizado em toda a rede. “Essa conquista é fruto do empenho dos nossos estudantes, da dedicação dos professores e do compromisso das escolas em incentivar o aprendizado. A OBMEP é uma oportunidade de despertar talentos e mostrar que a educação pública do Crato segue avançando com qualidade e excelentes resultados”, destacou.

A cerimônia regional de premiação referente à 20ª edição da OBMEP acontecerá no dia 22 de maio de 2026, a partir das 14h, no Auditório Beata Maria de Araújo, localizado no campus da Universidade Federal do Cariri (UFCA), em Juazeiro do Norte. O momento reunirá estudantes, educadores e familiares para celebrar os resultados alcançados pelos medalhistas e homenageados da olimpíada na região.

A conquista na OBMEP 2025 evidencia o talento dos estudantes cratenses, que seguem levando o nome do município a importantes reconhecimentos em nível nacional. O reconhecimento das dez escolas é motivo de orgulho para todo o município e fortalece a educação pública de Crato como referência de dedicação e excelência.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.