Crato: Confira a programação do Domingo nas Trilhas durante o mês de maio

O Domingo nas Trilhas é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Turismo que incentiva a prática de atividades físicas por meio de caminhadas ecológicas na Floresta Nacional do Araripe. A proposta é promover saúde, lazer e conexão com a natureza, unindo bem-estar e contato direto com o meio ambiente.

Para participar, é fundamental utilizar roupas leves e confortáveis, além de calçados fechados e apropriados para trilha. Também é recomendado evitar o uso de perfumes ou produtos com odores intensos, contribuindo para o conforto do grupo e evitando a atração de insetos.

Durante o percurso, os participantes contam com o acompanhamento de guias credenciados e capacitados, que garantem segurança, orientação ambiental e uma experiência mais enriquecedora. Além de estimular hábitos saudáveis, o programa valoriza as belezas naturais da região, fortalece o turismo sustentável e incentiva a integração entre moradores e visitantes.

Os participantes devem colaborar com a preservação ambiental, não descartando lixo ao longo do trajeto, e levar lanches leves para consumo durante a atividade. Não é permitida a presença de animais, nem o consumo de bebidas alcoólicas durante as trilhas.

Segundo o secretário Antônio Morais, o Domingo nas Trilhas é uma excelente oportunidade para conhecer os mirantes com vista para o Crato, proporcionando uma experiência única de bem-estar, integração e contato com a natureza.

Confira abaixo a programação completa para o mês de Maio:

Dia 10

Mirante do Ninho e Vale das Pedras

5 km – leve/moderada

Dia 17

Mirante do Belmonte e Mirante do Serrano

3km – leve/moderada

Dia 24

Mirante do Coqueiro

7km – Moderada

Dia 31

Mirante do Saco e Mirante Pedra Branca

4 km – leve

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.