Ciro Gomes consolida pré-candidatura ao Governo do Estado com grande ato político no Cariri nesta sexta-feira, 22

O cenário político cearense ganha um novo e decisivo capítulo nesta próxima sexta-feira, 22. O pré-candidato ao Governo do Estado, Ciro Gomes (PSDB), desembarca na região do Cariri para a realização de um grande ato de pré-campanha no município do Crato. O evento, que ocorrerá no Crato Tênis Clube, às 19h, promete reunir prefeitos, deputados, vereadores, lideranças comunitárias e movimentos sociais de todo o sul do estado, consolidando a força da caminhada rumo ao Palácio da Abolição.

O encontro no Cariri ocorre na esteira do expressivo sucesso do ato de lançamento de sua pré-candidatura, realizado no último dia 16 de maio, em Fortaleza. Na capital, uma atmosfera de entusiasmo e esperança tomou conta dos apoiadores, sinalizando que a postulação de Ciro nasce forte, respaldada pelo clamor popular e pela união de importantes forças políticas.

O Chamado do povo Cearense

mais do que uma decisão partidária, a pré-candidatura de Ciro Gomes atende a um autêntico chamado da população. Diante dos desafios socioeconômicos atuais, o povo cearense tem manifestado de forma clara o desejo de ver o estado novamente sob uma administração experiente, testada e com comprovada capacidade de entrega. O retorno de Ciro ao Executivo estadual é encarado por lideranças e cidadãos como a garantia de um choque de gestão, inovação e sensibilidade social.

“O Cariri sempre foi o coração pulsante da nossa cultura e da nossa economia. Voltar aqui, ouvir as demandas da população e receber esse carinho nos dá a certeza de que o Ceará quer avançar com segurança, responsabilidade e coragem”, afirma o pré-candidato.

Experiência e Histórico de Resultados

Ciro Gomes carrega uma das trajetórias públicas mais sólidas e respeitadas do país. Conhecido por sua profunda capacidade técnica e visão estratégica, ele já inscreveu seu nome na história do Ceará por meio de gestões marcadas pela modernização da máquina pública, equilíbrio fiscal e investimentos estruturantes que transformaram a realidade do estado.

Seu histórico inclui passagens marcantes pelo Executivo e Legislativo, sempre pautadas pela defesa do desenvolvimento regional, da educação de excelência e da geração de emprego e renda. É essa bagagem que Ciro coloca agora à disposição dos cearenses, apresentando-se como o nome preparado para liderar um novo ciclo de prosperidade.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.