Carlo Ancelotti convoca os 26 jogadores que vão tentar o hexa na Copa do Mundo

O técnico Carlo Ancelotti convocou nesta segunda-feira (18) os 26 jogadores que vão representar a Seleção Brasileira na Copa do Mundo dos EUA, Canadá e México, em junho e julho deste ano. Ele leu nome por nome durante evento realizado no Museu do Amanhã, na região portuária do Rio de Janeiro.

Os convocados começam a se apresentar a Ancelotti no dia 27 de maio, na concentração da CBF, na Granja Comary, em Teresópolis, região serrana do Rio. No dia 31, a Amarelinha disputa amistoso com o Panamá, no Maracanã, jogo que marcará a despedida da equipe.

A viagem para os Estados Unidos será no dia seguinte, 1 de junho. No país norte-americano, a Seleção Brasileira terá outro amistoso: enfrentará o Egito no dia 6, em Cleveland.

A estreia no Mundial será no dia 13, contra Marrocos, em Nova Jersey. Depois, jogará, ainda pela fase de grupos, com Haiti, dia 19, na Filadélfia, e Escócia, dia 24, em Miami

Confira a lista abaixo:

Goleiros

ALISSON (Liverpool);

EDERSON (Fenerbahçe)

WEVERTON (Grêmio)

Defensores

ALEX SANDRO (Flamengo)

BREMER (Juventus)

DANILO (Flamengo)

DOUGLAS SANTOS (Zenit)

GABRIEL MAGALHÃES (Arsenal)

IBAÑEZ (Al-Ahli)

LÉO PEREIRA (Flamengo)

MARQUINHOS (PSG)

WESLEY (Roma)

Meio-campistas

BRUNO GUIMARÃES (Newcastle)

CASEMIRO (Manchester United)

DANILO SANTOS (Botafogo)

FABINHO (Al-Ittihad)

LUCAS PAQUETÁ (Flamengo)

Atacantes

ENDRICK (Lyon)

GABRIEL MARTINELLI (Arsenal)

IGOR THIAGO (Brentford)

LUIZ HENRIQUE (Zenit)

MATHEUS CUNHA (Manchester United)

NEYMAR (Santos)

RAPHINHA (Barcelona)

RAYAN (Bournemouth)

VINI JR. (Real Madrid)

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.