Caio Sá articula ações para o desenvolvimento de Barbalha

Caio Sá Cavalcanti, Secretário Executivo do Governo do Estado do Ceará, vem realizando ações importantes para o desenvolvimento de Barbalha/CE, ele cuja trajetória está ligada ao município. Natural da cidade, Caio é filho do ex-vereador e presidente da Câmara Bosco Sá, sobrinho do jornalista e ex-prefeito João Hilário e ligado politicamente ao ex-deputado e presidente do PSB, Eudoro Santana e família.

Servidor concursado, professor e gestor público com mestrado pela UFC, Caio atuou durante quase uma década na Escola de Saúde Pública do Ceará, liderou a formação de gestores do SUS e agentes de saúde em diversas regiões, incluindo o Cariri. Na Secretaria da Saúde (SESA), coordenou o Programa Cuidar Melhor, voltado para crianças, gestantes e pacientes crônicos, além de assumir a função de Secretário Executivo Administrativo-Financeiro, gerindo um orçamento superior a R$5 bilhões. Nesse período, articulou recursos estratégicos para hospitais polos e a Policlínica Regional, fortalecendo a rede pública de saúde em Barbalha e no Cariri.

Na Secretaria de Proteção Social (SPS), Caio liderou o Programa Mais Infância Ceará e participou da criação do Ceará Sem Fome. Em Barbalha, articulou a implantação da Brinquedopraça do Alto da Alegria, expandiu o programa Ceará Sem Fome para nove cozinhas comunitárias que distribuem cerca de 900 refeições diárias, já ultrapassando meio milhão de refeições, e garantiu a entrega de milhares de Cartões Ceará Sem Fome e tíquetes do Vale Gás Social às famílias mais vulneráveis do município.

Reconhecido como um dos secretários mais atuantes e populares com quase 60 mil seguidores no Instagram e muitas entregas no Governo Elmano de Freitas, Caio vem se destacando pela forte presença digital nas redes sociais e por percorrer todo o Ceará, entregando benefícios e obras. Seu trabalho vai além da assistência social: investe em qualificação profissional e atuando na construção de políticas públicas, entregando certificados e kits de trabalho a milhares de alunos dos cursos ofertados pela SPS em Barbalha-CE, tanto pelo Projeto Criando Oportunidades como no Complexo Social Mais Infância. Caio, surge como uma nova liderança com experiência administrativa, carisma e de proximidade com o público.

O cuidado com a infância é outro eixo de sua atuação. Além da Brinquedopraça, Caio esteve à frente da entrega da Brinquedocreche do Centro de Reabilitação e da articulação de novos equipamentos voltados ao desenvolvimento infantil, como a Brindocreche a ser inaugurada no CAPSi, reforçando ambientes inclusivos e seguros.

Sua parceria institucional com o prefeito Dr. Guilherme Saraiva e com a Câmara de Vereadores tem sido importante para os avanços em Barbalha, baseada em diálogo e na cooperação. Entre os marcos dessa relação está a implantação da Casa do Cidadão, equipamento vinculado à sua pasta e que leva o nome de seu pai.

O futuro também está em pauta: Caio projeta novos investimentos, como o Núcleo de Basquete Mais Proteção Social no Distrito das Malvinas e a expansão dos Núcleos do Projeto Esporte Superação para todos os distritos de Barbalha-CE, ampliando o acesso ao esporte e fortalecendo políticas públicas voltadas à juventude.

A Justiça do Rio manteve neste domingo (23), em audiência de custódia, a prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, 23 anos e de Ailton José da Silva, de 24 anos, envolvidos na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele foi espancado até a morte por ter sido confundido com um ladrão de bicicleta. A audiência de Felipe Silva foi conduzida pela juíza Laura Noal Garcia. Na decisão, a magistrada escreveu que “o mandado de prisão foi regularmente expedido, permanecia válido e não tinha sido revogado pelo juízo responsável pela investigação”. Com isso, determinou a comunicação da prisão à 1ª Vara Criminal da Capital. No caso do outro entregador, Ailton da Silva, a sessão foi presidida pelo juiz Rafael de Almeida Rezende. Na decisão, o magistrado disse que “a prisão temporária foi decretada por 30 dias e o mandado também estava dentro do prazo de validade”. O juiz determinou que o cumprimento da prisão temporária fosse comunicado ao juízo natural do processo. Os seguranças de rua, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, também tiveram as prisões temporárias mantidas em audiência de custódia no sábado (22). A morte de Cláudio Landeiro, por espancamento, ocorreu na madrugada do dia 12 deste mês, após sessão de espancamento com porrete e chutes nas costas e na cabeça. A vítima saiu de casa, em Botafogo, por volta de 22h30, pedalando a bicicleta da irmã. Antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Parou a bicicleta e entrou numa loja de conveniência para pedir um cigarro. Saiu e ficou parado na esquina, quando apareceu o segurança de rua Davi Santos Machado com um porrete na mão, iniciando um interrogatório. Perguntou se a bike era de Cláudio. A vítima disse que não. Mas por sofrer de problemas psicológicos, não conseguiu completar a frase e dizer que a bike não era dele, mas de sua irmã, que mora com ele. Dali em diante foi só sofrimento. Teve a bicicleta tomada à força pelo outro segurança, Jorge Luiz Dias. Ao tentar impedir que a bike fosse levada, tomou a primeira paulada desferida por Davi Machado. Sem a bicicleta, a vítima saiu andando e sentou na portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, paralela à Barata Ribeiro. Ali foi cercado por Davi e dois entregadores. Em seis minutos de gravação de uma das câmeras de segurança da rua, a vítima levou 57 golpes de porrete desferidos pelo segurança, a maioria na cabeça. Ainda levou chutes na cabeça e nas costas. Depois, os agressores foram embora, deixando a vítima caída no chão, sem forças para levantar. Cerca de 30 minutos depois, chegou uma ambulância dos bombeiros e levou Cláudio Rafael para o Hospital Miguel Couto. Na madrugada do dia 12, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Em depoimento à polícia, o segurança Davi Machado não soube explicar por que agiu com tanta violência e disse “não ter certeza se a bicicleta usada pela vítima era furtada”. Ele ainda filmou com o celular a vítima caída no chão. Um dos entregadores fez o mesmo e distribuiu as imagens para outros colegas e moradores do bairro. O segurança Jorge Luiz não participou da sessão de espancamento, mas também não acionou os bombeiros para socorrer a vítima que estava caída no chão. A polícia procura um quinto homem que parou no local, quando Cláudio estava apanhando e desferiu um chute na cabeça da vítima. Ele ainda não foi identificado e permanece foragido. Todos vão responder pelos crimes de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil, de forma cruel e sem chances de defesa da vítima.